Artigo: o despertar da Zona Sul



Na semana em que completo mil dias de mandato como deputado federal, olho para trás e faço uma reflexão.


Entrei para a política para ajudar a mudar alguns cenários que, como eleitor, não conseguia ver evolução. Era mais do mesmo. Pouca efetividade nas ações. Foi assim que construí três pilares básicos para seguir.


O primeiro é a transparência. Só é transparente quem dá publicidade ao trabalho, por mais impopular que possa ser e por mais que possa desagradar alguma corporação. Baseada na convicção, minha atuação não tem compromisso com amarras ou conchavos, nem medo de represálias.


O segundo pilar é a proximidade com a população. Só é próximo aquele que dialoga, escuta e se propõe a conhecer realidades distintas, independentemente da época e de cor partidária.


E o terceiro pilar é a responsabilidade com o gasto público. Só gasta pouco aquele que está ciente de onde vem os recursos e de quem paga essa conta. Combater privilégios começa pelo que está ao nosso alcance. Se hoje o mandato economiza à média de 70% da cota parlamentar, é porque encaro a utilização de forma consciente, racional, em respeito a ti, cidadão pagador de impostos.


A esses pilares, busquei agregar outro: desenvolvimento da zona sul. Se há muito se falava sobre falta de representatividade da região, algo precisava mudar. E fechamos esses mil dias não só com promessas, mas com resultados para mostrar. Hoje posso dizer que todos os municípios da zona sul contam com recursos do nosso mandato. São R$ 66 milhões descentralizados de Brasília para nossos municípios até agora. Recolocar a região no mapa é um desafio que muito me honra cumprir. Há alguém que se importa com a zona sul não mais só em época de eleição. A articulação em Brasília em prol dos nossos municípios é permanente. A isso me propus e a isso me entrego a cada semana.


Alguns outros avanços estão sendo importantes nesses mil dias: a duplicação da BR-116, no trecho entre Guaíba e Pelotas, já chega a mais de 62% do total; a luta dos pedágios continua, sob a máxima do “reduzir para crescer”, pois não só não queremos novos aumentos – o que corajosamente fomos buscar junto ao TCU –, como também queremos a redução desses valores abusivos. São dois movimentos que se retroalimentam e que são reforçados a cada oportunidade em Brasília.


Reconheço que ainda tem muito a ser feito, mas tenho certeza de que a nossa zona sul está mais forte a cada dia que passa. Seguimos.


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