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NÃO ao Parque Nacional do Albardão; entenda


Consultas públicas geraram protestos contra criação do parque


Nas consultas públicas que ocorreram em de Rio Grande (29) e Santa Vitória do Palmar (30), para apresentação do projeto de implementação na Zona Sul de uma área de preservação ambiental, o Parque Nacional do Albardão, foram de tensão entre a comunidade e os técnios do IMCBio.


Assista opinião do deputado Daniel Trzeciak




Principais pontos reivindicados pela comunidade


Possível alteração no plano de manejo após a criaçào do Parque. O plano de manejo é um documento que estabelece principalmente o zoneamente (tamanho do parque) e define as normas do uso da área, seus recursos naturais e inclusive a implantação das estruturas físicas.


Impossibilidade a ampliação de projetos de energia eólica. O município de Santa Vitória do Palmar tem uma série de geradores de energia éolica e está inserido no processo global de transição energética.


Impacto no setor da pesca. O projeto propõe a restrição em uma área signficatica para as famílias que sobrevivem da pesca principalmete nos municípios de Rio Grande e São José do Norte.


Insegurança para o agronegócio. Os produtores de arroz da região irrigam as lavouras com água da Lagoa Mangueira. Com a possibilidade da área do Parque ser alterada, pode vir a impossibilitar que os produtores rurais sigam usando água da lagoa.



Consulta pública em Santa Vitória do Palmar teve acesso restrito. Parte da população acompanhou do lado de fora e não participou do debate.


Mapa mostra a demarcação proposta para o Parque, no entanto, não há impedimento que a área possa vir a aumentar após implementação do projeto.


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