O primeiro ano em Brasília

Por: Daniel Trzeciak


No dia em que tomei posse como deputado federal, há exatamente um ano, firmei um compromisso: o de tornar novamente representativa a nossa Zona Sul do Estado.

Agora volto para fazer um balanço das atividades e peço para todos que estão lendo este artigo reflitam sobre a relevância de cada cidadão na construção de uma sociedade melhor.

A importância de ter um deputado federal comprometido com os interesses da Zona Sul ultrapassa qualquer vinculação às “famosas” emendas parlamentares. Lógico que fico extremamente honrado em poder direcionar recursos a áreas carentes ou sensíveis dos municípios. Em Pelotas, por exemplo, mais de R$ 25 milhões foram destinados por mim para financiar projetos de infraestrutura e saúde, prioritariamente. Ainda que seja benéfica essa forma de descentralização de recursos, de modo a contemplar municípios até então esquecidos em mandatos passados, indescritível mesmo é poder atuar para garantir assento para a região em pautas nacionais. Refiro-me a poder trazer novamente para Pelotas e região a possibilidade de emitir opinião sobre os grandes temas, recolocando no mapa quem não vinha tendo a devida atenção.

Muito me orgulha, também, manter íntegra a ideia do corte de privilégios, de gastar o mínimo para atingir o máximo de eficiência. O momento é de desinchar a máquina, moralizar o preenchimento de cargos, buscar resultados efetivos e ter visão gerencial de todo o processo político. Manter um parlamento (e o serviço público em geral) custa caro, todos sabemos, e por isso mesmo devemos refletir diariamente se estamos devolvendo ao cidadão serviços dignos desse preço.

De minha parte, nesse primeiro ano de mandato, fiz economia de mais de 60% da cota parlamentar. Uso estritamente necessário para fazer girar a roda de um mandato austero. Meus atos de desapego – doação do auxílio-mudança e das milhas aéreas, não adesão ao regime especial de aposentadoria parlamentar – não são nada perto de todo o oceano de gastos que um mandato envolve. Mas quero continuar provando que, sim, podemos mais, em respeito ao cidadão, pagador de impostos e que quer ver uma maior otimização no uso do dinheiro público.

Usar esse recurso simplesmente porque está a nossa disposição é desvirtuar a função que ocupamos. É uma atitude que, certamente não corresponde moralmente com uma sociedade que se pretende menos desigual.

Cheguei à Câmara dos Deputados em um novo momento do Brasil, com o Congresso Nacional cheio de caras novas, mas, muitas vezes, hábitos antigos. Foi um primeiro ano de decisões importantes para o futuro do país. Votações de temas estruturantes dentro da ideia de um Estado eficiente, de bandeira anticorrupção e de melhor aproveitamento dos recursos públicos foram (e continuarão sendo) tratadas à exaustão. Meus votos sempre seguiram os valores de quem quer mudança, de modernização de legislações obsoletas e que, se em algum momento serviram à população, hoje já não se sustentam.

Mais de perto pude contribuir com a evolução da duplicação da BR-116, no trecho entre Guaíba e Pelotas. Em todas as oportunidades, reafirmo a importância da obra para a nossa região e para todo o Rio Grande do Sul.

Continuarei firme no propósito a que me propus desde sempre: tornar a Zona Sul forte de novo! Novos desafios chegarão em breve, e eu estarei convicto de que, se não fizer tudo que pretendo, farei tudo que estiver ao meu alcance, com respeito, transparência e certo de que a política, cada vez mais, pode ser diferente.




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